Alves ocupou as folhas dos jornais e do noticiário televisivo sendo um dos principais acusados pela derrota do governo na Câmara, quando da obstrução, na última quarta-feira (21), da votação da Lei Geral da Copa, levando os seus liderados a juntar-se a oposição.
Segundo o líder do PMDB, o seu partido não derrotou, “salvou o governo de um constrangimento na Copa”. E disse mais: “Nunca o PMDB foi tão governo quanto hoje” (quarta-feira).
Está claro que Henrique Alves tentou valorizar a posição adotada pelo seu partido. Todos sabem a crise que foi criada entre a base aliada e o governo devido ao fisiologismo imposto pela legendas que formam a coalizão do governo Dilma. A velha prática do toma lá da cá que Dilma quer acabar e isso não tem deixado nada satisfeito seus aliados. E a crise tende a continuar.
Por sua vez, o “paladino da moralidade e da ética”, Agripino Maia, se viu também sob os holofotes numa “saia justa” com o seu correligionário e amigo, Demóstenes Torres, líder do DEM no Senado envolvido em denúncias de recebimento de dinheiro do bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso na Penitenciária Federal de Segurança Máxima, em Mossoró (RN).
Questionamentos ao líder Demóstenes Torres (DEM-GO) provocaram saia justa em Agripino disse:
- Negar que é uma situação incômoda é negar o óbvio. Nós esperamos a manifestação do procurador da República. As denúncias e os fatos precisam ser esclarecidos. Do Nominuto.com
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