A Força Nacional de Segurança Pública foi
autorizada pelo Ministério da Justiça a atuar como polícia judiciária no Rio
Grande do Norte, pelo prazo de 180 dias. A medida foi publicada no Diário
Oficial da União desta segunda-feira, 11. O uso da Força Nacional está sendo
implementado à pedido do governo local, por meio de manifestação expressa no
mês de junho, com o propósito de ajudar as autoridades locais a cumprir as
metas da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública.
As operações serão feitas com apoio logístico e supervisão dos órgãos de segurança do Rio Grande do Norte. De acordo com o Diário Oficial, o número do efetivo a ser disponibilizado pelo Ministério da Justiça só seria definido após o planejamento das operações, pelas autoridades. Porém, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), inicialmente 12 agentes serão encaminhados para o RN: dois delegados, dois escrivães e oito agentes.
O objetivo é que eles reforcem as investigações de homicídios para que o Estado cumpra a meta 2 da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp) que pretende concluir os inquéritos e procedimentos investigatórios instaurados até 31/12/2007, em decorrência de homicídios dolosos.
Durante a Copa do Mundo, 301 agentes da Força Nacional atuaram no Estado. Na época, o efetivo foi destinado para a Polícia Militar, escolta de seleções, árbitros e funcionários da Fifa, Corpo de Bombeiros e Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep). Tribuna do Norte
As operações serão feitas com apoio logístico e supervisão dos órgãos de segurança do Rio Grande do Norte. De acordo com o Diário Oficial, o número do efetivo a ser disponibilizado pelo Ministério da Justiça só seria definido após o planejamento das operações, pelas autoridades. Porém, segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), inicialmente 12 agentes serão encaminhados para o RN: dois delegados, dois escrivães e oito agentes.
O objetivo é que eles reforcem as investigações de homicídios para que o Estado cumpra a meta 2 da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp) que pretende concluir os inquéritos e procedimentos investigatórios instaurados até 31/12/2007, em decorrência de homicídios dolosos.
Durante a Copa do Mundo, 301 agentes da Força Nacional atuaram no Estado. Na época, o efetivo foi destinado para a Polícia Militar, escolta de seleções, árbitros e funcionários da Fifa, Corpo de Bombeiros e Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep). Tribuna do Norte
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