Embora evite falar sobre 2014 e diga que 2013 é o ano da parceria administrativa em prol do desenvolvimento do Estado, o presidente da Câmara dos Deputados mantém a postura de crítico à gestão Rosalba. Indagado se o governo havia mudado o comportamento após a reunião do conselho, Henrique declarou que não. “Até porque foi feito um entendimento com a governadora de que era preciso abrir o seu governo. O governo Rosalba é um governo muito isolado, muito distante da base. E todo governo tem que ter uma base política que seja solidária, próxima, que realize avaliações dos erros, acertos e estratégias”, afirmou.
Henrique voltou a ressaltar a trajetória política de Rosalba, afirmando que a chefe do executivo potiguar tem uma “história importante, como administradora, pessoa determinada, humilde, de um governo ético, de um governo honrado”. Contudo, na sua avaliação, “está faltando uma abertura que faz com que a base política do seu governo possa participar, efetivamente, do seu governo”. Assim, Henrique combate o maior problema da gestão, na sua avaliação. Para ele, o governo necessita “deixar de ser um governo concentrador, isolado e solitário”, que, a seu ver, está sendo.
Deu no Jornal de Hoje
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