segunda-feira, 25 de março de 2013
Garibaldi Filho participa de comício em Serra do Mel
O ministro da Previdência, Garibaldi Filho, finalizou ontem (24) sua agenda de compromissos participando de um comício no município de Serra do Mel, próximo à Mossoró. Ao lado do deputado federal – presidente da Câmara Federal – Henrique Alves, e dos deputados estaduais Leonardo Rêgo, George Soares e Larissa Rosado, Garibaldi levou seu apoio ao candidato a prefeito Fabinho, representante do PMDB no município.
Em seu discurso, o ministro ressaltou a importância que tem do município poder contar com as maiores lideranças do PMDB no estado. “Eu e Henrique, em Brasília, temos condições de abrir as portas para os prefeitos que vão até lá em busca de recursos. Serra do Mel merece entrar na rota do desenvolvimento”, destacou o ministro. Durante o comício, esteve presente também o vice-prefeito de Mossoró, o peemedebista Wellington Filho.
Ministro Garibaldi admitiu possível união com PSDB
No final da manhã do domingo, o ministro Garibaldi Filho esteve presente à convenção do PSDB, evento que marcou a escolha da nova presidência da sigla. Recebido pelo ex-deputado federal, Rogério Marinho, atual secretário de desenvolvimento econômico do governo, Garibaldi disse estar bastante à vontade na ocasião, alegando que os dois partidos, PMDB e PSDB, caminharam juntos no último pleito municipal em Natal e ainda podem participar unidos de novas disputas.
No evento, em que esteve presente o pai do ex-deputado Rogério Marinho, Valério Marinho, agora empossado como novo presidente do PSDB no estado, o ministro relembrou a figura do político Djalma Marinho, avô do ex-deputado. “Você herdou do seu avô, a capacidade, o compromisso e a persistência. Você, Rogério, merece todas as homenagens e merece, sobretudo, ter um lugar no futuro político do Rio Grande do Norte. Não tenho dúvidas que você seja, dentre os nomes que lá estão, um dos melhores secretários que o governo tem”, disse o ministro Garibaldi Filho.
Dilma apresentará medidas emergenciais de enfrentamento da seca no Nordeste
A presidente Dilma Rousseff vai aproveitar a visita às obras do sistema adutor Pajeú, em Serra Talhada, na manhã desta segunda-feira, para apresentar medidas emergenciais de enfrentamento da seca no Nordeste, apontada com a maior dos últimos 50 anos. Nas reuniões das últimas semanas no Palácio do Planalto, inclusive com a participação da presidente, ministros e políticos da região relataram a dificuldade de distribuição do estoque de milho comprado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a alimentação do rebanho nordestino, além da carência de água. Uma das possibilidades é levar o milho em aviões da Força Aérea Brasileira para a região. Outra é perfurar poços de grande profundidade para abastecer os carros-pipas.
A avaliação feita pelo Planalto e parlamentares nordestinos é que a longa estiagem, com rebanhos de gado morrendo de sede e de fome, compromete o crescimento econômico da região, que vem registrando índices maiores do que o resto do país. A equipe da presidente teme que o prejuízo econômico afete também sua popularidade, por isso ela tem tido agenda tão constante em estados nordestinos. Na visita a Pernambuco, Dilma estará ao lado do governador Eduardo Campos, seu eventual adversário nas eleições presidenciais de 2014.
O governo também deverá anunciar medidas em relação à divida dos produtores rurais. Já foi anunciado o adiamento do vencimento da primeira parcela dos empréstimos para junho, mas a própria presidente, em entrevista para rádios de Alagoas, há 15 dias, admitiu a possibilidade de perdão da dívida dos agropecuaristas atingidos pela seca.
Candidata, Dilma calça sandálias da humildade
A mudança de Dilma começou a ser percebida após a festa dos “dez anos de PT no poder”, quando Lula deixou claro que não é candidato. Lula também manteve longas conversas com Dilma, convencendo-a a se aproximar mais dos aliados não petistas e dos sindicalistas. Ministro com gabinete no Planalto diz que Lula persuadiu Dilma a prestigiar aliados dos quais ela se afastara porque “feio é perder”.
Dilma e Eduardo dividem um palanque em PE
| Gratidão na faixa e ingratidão do governador Eduardo Campos |
A aliança entre ambos, já em avançado estágio de decomposição, permanece insepulta como um símbolo da hipocrisia e do faz de conta que caracterizam a atividade política. A ornamentação do palco da uma ideia do teatro. Governa a cidade o petista Luciano Duque, cuja tribo providenciou faixas pró-Dilma.
Lê-se nas faixas uma mensagem que realça em vermelho os sentimentos de “gratidão e lealdade” que Serra Talhada supostamente devota a Dilma. Uma alusão à alegada ingratidão e deslealdade de Eduardo Campos, que investe contra um governo que recobre Pernambuco de verbas desde Lula.
Aliados do governador também plantaram pela cidade placas de agradecimento. Devem assegurar a Eduardo, de resto, uma claque à altura da de Dilma. Informa-se no Planalto que Dilma deve encurtar sua passagem pela capital, Recife. Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio, ofereceu-lhe um bom pretexto.
Cabral convidou Dilma para uma missa em memória das vítimas dos deslizamentos da Região Serrana do Rio. Com isso, a presidente terá de deixar Pernambuco antes do previsto. A menos que Eduardo a convença do contrário, não deve almoçar com o quase futuro rival. Melhor assim. Evita-se a indigestão.
domingo, 24 de março de 2013
Agentes e PM encontram buraco em cela do CDP de Candelária
Por Sérgio Costa/ Portal BO
Foto: Sérgio Costa
Reaberto no dia 18 deste mês de março, em virtude da falta de vagas no sistema prisional do Rio Grande do Norte, o Centro de Detenção Provisória de Candelária voltou a sofrer com problemas de segurança. Na tarde deste domingo (24), agentes penitenciários e policiais militares encontraram um buraco em uma das celas da unidade.
Os agentes que estavam de serviço ouviram um barulho estranho no interior da unidade e decidiram acionar reforço de policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar e também da Companhia de Turismo, para que fosse feito uma intervenção e uma revista no local.
De acordo com o tenente Wenderson, do 5º BPM, os policiais entraram em uma das celas, retiraram todos os 12 presos para outro compartimento e fizeram uma revista minuciosa no local. Com isso, eles acabaram encontrando um buraco que estava começando a ser feito pelos presos no banheiro da cela.
Imediatamente, os agentes penitenciários providenciaram o fechamento do buraco, para impedir que os presos continuassem cavando e abrissem um túnel. No total, o Centro de Detenção Provisória, localizado na avenida Prudente de Morais, está com 85 homens presos. A unidade fica ao lado da Delegacia de Plantão da Zona Sul.
Falta rigor na análise de notas que justificam gastos de deputados
Significa dizer que, em 2012, cada um deles precisou dar conta de 45 notas, em média, por dia — isso sem considerar folgas e faltas por doença ou qualquer outro motivo. A própria Câmara admite: a equipe apenas checa se o tipo de serviço descrito na nota se encaixa nas normas de uso da cota e se o nome da empresa bate com o CNPJ impresso no comprovante. A partir de 1º de abril, quando o reajuste deve começar a valer, essa mesma equipe terá que analisar a prestação de contas de um volume de recursos que pode chegar a R$ 205,6 milhões — R$ 22 milhões a mais do que no ano passado.
Para o diretor de Defesa Profissional do Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita), Odair Ambrósio, o tamanho da equipe de fiscalização da cota parlamentar da Câmara é suficiente apenas para uma análise superficial.
“Para verificar se o CNPJ corresponde à empresa, é só acessar o site da Receita. Muitas vezes, no entanto, o CNPJ existe, mas a empresa, não. Para ligar para a empresa ou ir ao local e verificar se ela é fantasma ou não, uma equipe desse tamanho não é suficiente. Cada um não conseguiria analisar mais de 10 notas fiscais por dia, num ritmo de trabalho forte”, afirmou. Se cada funcionário verificasse 10 notas por dia, a Câmara precisaria de mais de 80 pessoas para dar conta de um volume de notas similar ao apresentado no ano passado, antes do reajuste.
Dilma prepara caravana voltada para prefeitos
Na Capital, anunciou a liberação de R$ 66,8 bilhões. No giro pelo país, vai trombetear os convênios, estimulando os gestores municipais a apresentar projetos. Sob o pretexto administrativo, escondem-se objetivos eleitorais. As viagens começam neste mês de abril. O avião presidencial deixará o hangar com frequência inusual.
Noves fora o Distrito Federal, a intenção de Dilma é a de passar pelas 26 unidades da federação. Aos pouquinhos, vai ficando claro que, em tempos de campanha antecipada, os maiores excessos são sempre os de moderação.
sábado, 23 de março de 2013
José Adécio alerta: “Se não der certo agora, não sei quando poderá dar”
Com o presidente da Câmara dos Deputados, um ministro de Estado, uma bancada federal atuante e um presidente de partido, é agora ou nunca para o Governo do Estado. Quem avalia assim é o deputado estadual José Adécio, do DEM, em entrevista concedida aO Jornal de Hoje. Segundo ele, esse é o momento da governadora Rosalba Ciarlini deslanchar na gestão Estadual e se isso não ocorrer agora, é porque “as coisas contrariam o bom senso”.
“Acho eu que se não der certo agora, quando é que vai dar? Na minha visão o Rio Grande do Norte nunca esteve tão bem representado como está agora, mas ainda é preciso que isso tudo aconteça com mais intensidade, mais segurança, com mais alicerce para o Estado. Isso está faltando ainda”, afirmou o deputado estadual, acrescentando ao final que, realmente, “se o Governo não der certo agora, não sei quando poderá dar”.
Segundo José Adécio, no aspecto político, o bom momento do RN se exemplifica no poder de articulação em Brasília, onde são conseguidos os recursos. Desconsiderando a possibilidade de rompimento com o PMDB, o parlamentar ressaltou que as articulações podem acontecer em benefício do Estado, independentemente de as “grandes figuras políticas” serem aliadas à gestão Rosalba ou nomes de oposição. Do Jornal de Hoje
PENSANDO BEM!
"A glória deve ser conquistada; a honra, por sua vez, basta que não seja perdida"Arthur Schopenhauer
Henrique Alves: “Governo Rosalba está na metade e é a hora de dar uma sacudida”
Em entrevista ao Jornal de Hoje, Henrique defende como “naturais” as alterações no secretariado estadual, citando, como exemplo, a troca de ministros pelo governo federal. No caso de Rosalba, segundo ele, “algumas alterações eram necessárias”. Isso acontece, segundo Henrique, em qualquer governo, esteja ele bem ou não tão bem. “Está aí o exemplo a nível nacional com a presidenta Dilma fazendo alterações em quatro ou cinco ministérios”, disse. Embora o governo Dilma esteja bem avaliado, segundo Henrique, “são adequações que com o tempo se fazem necessárias”.
“Não é questão de mudar nomes apenas. Isso estimula, revitaliza, mas é questão de postura, de modelo, dar autonomia aos secretários todos para que eles possam ter a liberdade para desenvolver as suas ideias, promover, portanto, as mexidas necessárias, interagir, entre eles próprios e com o povo do Rio Grande do Norte”, continuou Henrique. Sobre as “mexidas necessárias”, destaque-se a possibilidade de troca do comando de alguns cargos.
“Acho que é hora de dar uma sacudida. Porque nós temos o dever de fazer isso. O governo está aí na sua metade, e acho que é um ato de responsabilidade política e administrativa colaborar. Se nós podemos fazer mais, nós faremos mais. Qualquer posição política e eleitoral não é a hora de nem sequer pensar nisso”, acrescentou Henrique.
Garibaldi diz não ter ‘ambição imediata de disputar cargos’
A intenção de Garibaldi foi declarar durante a sessão solene na Câmara. Garibaldi justificou sua decisão com base na vida política. “Me sinto muito realizado em ver a minha trajetória, a do partido, seu fortalecimento em todo o país e o fato de Henrique e eu já termos alcançado essas posições na vida política nacional”. O ministro disse que pretende ver as conquistas do partido através de novos nomes. “Já estou realmente me alinhando àqueles que já prestaram a sua contribuição. É a vez de ver uma nova geração impulsionando o partido para novas conquistas”, pesou. O ministro é detentor de uma lista considerável de cargos eletivos. Foi deputado estadual por quatro vezes, prefeito de Natal e governador reeleito. Atualmente é ministro e o cargo de senador lhe dá garantia de permanência na vida pública até 2018.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Governo Federal, Ministro Padilha implanta SOS Emergência no HWG
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, implantou oficialmente o “Programa SOS Emergências” no Hospital Walfredo Gurgel (HWG), em Natal, nesta manhã. Fez a assinatura da placa que marca a integração oficial da unidade à ação do Governo Federal, que qualifica o atendimento dos hospitais de urgência e emergência.

Ministro Padilha - com Rosalba - ouve paciente, no corredor do Walfredo, se lamuriando (Demis Roussos)
Durante a visita, o ministro andou pelas áreas de cirurgia, reanimação e emergência do Hospital e, segundo ele, a ampliação dos recursos do Ministério da Saúde vai melhorar o atendimento hospitalar como um todo.
Leitos
“Temos aqui um hospital bastante lotado e que concentra o atendimento de urgência e emergência de todo o estado do Rio Grande do Norte. Por isso, vamos agir garantindo recursos para a abertura de 118 novos leitos de retaguarda, neste mês de março, e temos ainda a previsão de que em abril já se abram outros 50 leitos”, afirmou.
“Estes serão leitos exclusivos para dar continuidade ao tratamento de pacientes que lotam a unidade”, disse o ministro.
Alexandre Padilha completou que, ainda dentro do Programa, “vamos organizar um núcleo de acesso e qualidade, em que médicos e enfermeiras terão o papel de visitar diariamente os paciente que estão internados nos pronto-socorros e às vezes ficam mais tempo do que deveriam devido a falta de um acompanhamento permanente.”
Disse também que “o núcleo vai checar se falta exame, se falta um encaminhamento para a cirurgia , ou seja, resolver mais rapidamente o problema. Por último, vamos agir dentro do hospital informatizando os sistemas para controlar melhor o tempo de espera para a internação. Vamos organizar a grade de horários dos médicos, de enfermeiros, de todos os profissionais da área”, concluiu.
A estratégia do SOS Emergências parte da elaboração de um diagnóstico e planejamento baseados em quatro eixos: porta de entrada, processo de trabalho na emergência, rede interna hospitalar (gestão de leitos) e rede externa (desospitalização do paciente/transferência do cuidado).
Serão investidos pelo Ministério da Saúde R$ 11 milhões por ano para a aquisição dos leitos de retaguarda; R$ 3 milhões na aparelhagem e reforma do Walfredo Gurgel e mais R$ 3,6 milhões por ano para a montagem do núcleo de acesso e qualidade.
A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) acompanhou Alexandre Padilha e ainda teve a presença do ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho (PMDB), o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB) e os senadores José Agripino (DEM) e Paulo Davim (PV).
Conheça mais sobre o Programa SOS Emergências assistindo o vídeo produzido pelo Ministério da Saúde, postado nesta matéria.
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