Porto Alegre (AE) - Várias capitais do País voltaram a realizar manifestações ontem, com menos força, porém, que as da semana passada. Em Goiânia, duas mulheres identificadas apenas como Valdilene e Maria Aparecida foram atropeladas na Rodovia BR-251, em Cristalina, em Goiás. A estrada liga a cidade goiana a Unaí, em Minas. As mulheres morreram no local.

Sob chuva, cerca de 8 mil manifestantes saíram às ruas de Porto Alegre, para pedir melhorias nos
transportes e em outras áreas
Elas faziam parte de um grupo de cerca de 400 manifestantes que protestavam pela legalização de lotes do Setor Marajó, localizado perto da estrada. Por volta das 6h45, o motorista, que trafegava em um Fiat Uno, atingiu o grupo - que queimava pneus e bloqueava as pistas. As mulheres não resistiram.
.Segundo o delegado Eduardo Castro de Souza Dantas, de Unaí, o atropelador fugiu e o veículo foi encontrado queimado, logo depois da tragédia, cerca de 14 quilômetros do ponto de protesto. O atropelamento não teria sido proposital.
Porto Alegre
Em Porto Alegre, mesmo sob chuva, 8 mil manifestantes foram às ruas da região central, em protesto pela redução das tarifas do transporte coletivo. O público corresponde a menos da metade do que foi às ruas na quinta-feira, 20, quando as condições climáticas também eram adversas, com chuva e frio.
Além de Porto Alegre, houve manifestações em dez municípios gaúchos.
Fora do estado, cidades como Campinas (a 93 km de São Paulo), Rio de Janeiro e Brasília também foram cenários de manifestações. Os atos acontecem contra a PEC 37 (que limita o poder de investigação do Ministério Público) e pedem melhorias no transporte público, entre outras reivindicações.
No início da noite, uma manifestação reuniu 2,5 mil pessoas no centro de Goiânia. O grupo fechou o trânsito e, por volta das 18h30, começou a caminhar no sentido ao Setor Universitário até o Paço Municipal, onde fica o gabinete do prefeito Paulo Garcia (PT). A Polícia Militar (PM) monitorou o protesto. Houve confronto.
Em Minas Gerais, manifestantes fecharam algumas das principais rodovias da Grande Belo Horizonte. Os protestos aconteceram em pelo menos oito cidades.
Em Manaus, mais de 150 manifestantes se reuniram na frente do Teatro Amazonas para protestar pela redução da tarifa de ônibus. O Movimento Passe Livre (MPL) quer baixar a passagem de 2,90 para 2 reais e pede também melhorias no transporte público. O grupo exige que a prefeitura repasse à população as planilhas de gastos com o transporte e ainda que seja criado o Conselho Municipal de Transporte Público com membros da sociedade civil.
Fortaleza também registrou protesto. Cerca de 200 advogados populares, defensores públicos e estudantes saíram da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará e foram até a Procuradoria-Geral de Justiça. No percurso de 1,5 km, os manifestantes portaram faixas cobrando que o Ministério Público atue para evitar violência policial nos próximos atos. Uma comissão foi recebida pelo procurador-geral Ricardo Holanda, que prometeu cobrar do Estado segurança sem excessos.
Para quinta-feira, 27, está marcada na capital uma manifestação durante o jogo Espanha x Itália, pela semifinal da Copa das Confederações, na Arena Castelão. Para sexta-feira, 28, um ato pretende fechar a Avenida Washington Soares, na altura do Fórum do Tribunal de Justiça. Em Belém (PA) e São Luís (MA) também houve manifestações. Tribuna do Norte.
.Segundo o delegado Eduardo Castro de Souza Dantas, de Unaí, o atropelador fugiu e o veículo foi encontrado queimado, logo depois da tragédia, cerca de 14 quilômetros do ponto de protesto. O atropelamento não teria sido proposital.
Porto Alegre
Em Porto Alegre, mesmo sob chuva, 8 mil manifestantes foram às ruas da região central, em protesto pela redução das tarifas do transporte coletivo. O público corresponde a menos da metade do que foi às ruas na quinta-feira, 20, quando as condições climáticas também eram adversas, com chuva e frio.
Além de Porto Alegre, houve manifestações em dez municípios gaúchos.
Fora do estado, cidades como Campinas (a 93 km de São Paulo), Rio de Janeiro e Brasília também foram cenários de manifestações. Os atos acontecem contra a PEC 37 (que limita o poder de investigação do Ministério Público) e pedem melhorias no transporte público, entre outras reivindicações.
No início da noite, uma manifestação reuniu 2,5 mil pessoas no centro de Goiânia. O grupo fechou o trânsito e, por volta das 18h30, começou a caminhar no sentido ao Setor Universitário até o Paço Municipal, onde fica o gabinete do prefeito Paulo Garcia (PT). A Polícia Militar (PM) monitorou o protesto. Houve confronto.
Em Minas Gerais, manifestantes fecharam algumas das principais rodovias da Grande Belo Horizonte. Os protestos aconteceram em pelo menos oito cidades.
Em Manaus, mais de 150 manifestantes se reuniram na frente do Teatro Amazonas para protestar pela redução da tarifa de ônibus. O Movimento Passe Livre (MPL) quer baixar a passagem de 2,90 para 2 reais e pede também melhorias no transporte público. O grupo exige que a prefeitura repasse à população as planilhas de gastos com o transporte e ainda que seja criado o Conselho Municipal de Transporte Público com membros da sociedade civil.
Fortaleza também registrou protesto. Cerca de 200 advogados populares, defensores públicos e estudantes saíram da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará e foram até a Procuradoria-Geral de Justiça. No percurso de 1,5 km, os manifestantes portaram faixas cobrando que o Ministério Público atue para evitar violência policial nos próximos atos. Uma comissão foi recebida pelo procurador-geral Ricardo Holanda, que prometeu cobrar do Estado segurança sem excessos.
Para quinta-feira, 27, está marcada na capital uma manifestação durante o jogo Espanha x Itália, pela semifinal da Copa das Confederações, na Arena Castelão. Para sexta-feira, 28, um ato pretende fechar a Avenida Washington Soares, na altura do Fórum do Tribunal de Justiça. Em Belém (PA) e São Luís (MA) também houve manifestações. Tribuna do Norte.
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