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domingo, 26 de junho de 2016

Agente penitenciário é executado a tiros no RN

davidG1/RN – Um agente penitenciário foi executado a tiros na noite deste sábado (25) na cidade de São Paulo do Potengi, distante pouco mais de 70 quilômetros de Natal. David Max da Silva Ramos, de 27 anos, estava em um bar com amigos quando foi surpreendido pelos assassinos. Pelo menos quatro pessoas, de dentro de um carro, se aproximaram e abriram fogo. Segundo a Polícia Militar, no local do crime foram encontradas munições de pistola calibre 9 milímetros (de uso restrito do Exército brasileiro), de pistola 380 e de espingarda calibre 12.
Em contato com o G1, o policiamento da cidade informou que o agente tinha audiência marcada com a Justiça na próxima semana para resolver o problema de uma briga com um ex-presidiário. Contudo, ainda não se sabe o real motivo para o crime. Amigos de David disseram que ele trabalhava em Natal, na Escola Penitenciária. Ele deixa mulher e três filhos. O caso será investigado pela Delegacia de Polícia Civil de São Paulo do Potengi.
A VIOLÊNCIA VOLTA A ASSUSTAR O MUNICIPIO DE SÃO PEDRO.
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Foto: Ilustrativa.

Chegou ao conhecimento do nosso blog que nesta madrugada por volta das 02h30, segundo informes (05) homens fortemente armados invadiram a Faz. Sombra local onde o proprietário da fazenda estavam comemorando o São João juntamente de alguns familiares e amigos, que levaram sua caminhonete Range com todos os pertences domésticos, bem como todos os bens matérias de todas as vítimas que lá estavam comemorando os festejos juninos, graças a Deus que os meliantes não machucaram ninguém menos mal, até quando meus Deus nos iremos conviver com tanta violência? Sitio antes era sinônimo de descanso para o final de semana hoje é sinônimo de assombração, pois as leis deste país só retroagem para beneficiar a marginalização e não ao cidadão de bem que hoje se sente preso e os presos soltos aterrorizando, pois os governantes perderam para os marginais, o Brasil, o Estado e os Municípios não controlam mais a marginalização as leis são frágeis e arcaicas.

sábado, 25 de junho de 2016

O desfecho melancólico do PT

policiaPT
IstoÉ – A imagem sintetiza a débâcle moral do PT – um partido nascido sob a insígnia da ética, mas que exala seus últimos suspiros com o carimbo de corrupção estampado nas cinco pontas de sua estrela. Na manhã da quinta-feira 23, três agentes da Polícia Federal, dois do grupamento especial, cercaram a sede do diretório nacional do PT no centro da capital paulista. É, indubitavelmente, uma cena emblemática. É bom sublinhar que não se trata de uma medida levada a cabo por um regime ditatorial, como aquele que os fundadores da legenda combateram na década de 80.
Os policiais também não cometeram arbítrio algum, embora a narrativa petista tente vender a cada vez mais insustentável tese da perseguição. Os agentes estavam em frente à sede nacional da legenda em São Paulo para impedir que pessoas não autorizadas entrassem no escritório enquanto se cumpria um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça. Deixaram o bunker petista horas depois com documentos e HDs de computadores, onde esperam encontrar novas provas para a Operação Custo Brasil.
A PF investiga milhões arrecadados pelo PT com propinas pagas em troca de contratos no ministério do Planejamento entre 2010 e 2015. Mais uma vez a legenda é acusada de perpetrar o crime que prometia exterminar do País ao ascender ao poder: a corrupção. O antigo discurso da ética petista era tão diferente dos demais partidos que sua saga parecia quixotesca. Ocorreu exatamente o contrário.
O PT assumiu o Planalto em 2003 e se reelegeu três vezes, mas deixou o comando do País maculado indelevelmente pelos bilhões desviados, os escândalos recorrentes e os líderes condenados. O fato de seguidos pedidos de prisão pesarem sobre os ombros dos três últimos tesoureiros da legenda não é mera coincidência. É reincidência. No crime. Ligado a Lula e Dirceu, mais ao primeiro do que ao segundo, Delúbio Soares cumpriu pena no mensalão. João Vaccari Neto encontra-se preso no Petrolão e, na última semana, teve um novo pedido de detenção decretado. Seu antecessor Paulo Ferreira permanecia foragido até a tarde de sexta-feira 24. Também para escapar da prisão (CLIQUE AQUI para acessar a matéria completa).

Processos contra Lula são reativados pelo juiz Moro

Former Brazilian President (2003-2011) Luiz Inacio Lula da Silva gestures during a meeting with the Workers' Party (PT) members in Sao Paulo, Brazil on March 30, 2015 AFP PHOTO / Nelson ALMEIDA (Photo credit should read NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images)Liberado pelo Supremo tribunal Federal (STF), o juiz da Operação Lava Jato, Sérgio Moro, decidiu reabrir rigorosamente todas as investigações envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro na compra e reforma de imóveis, em recebimentos por palestras e em doações ao Instituto Lula. São inquéritos e processos relacionados a buscas e apreensões e quebras de sigilos que têm como alvo o ex-mandatário petista. O despacho do magistrado aconteceu na sexta-feira (24), em Curitiba, sede da investigação original do escândalo de desvios na Petrobrás.
As investigações apuram supostos atos de lavagem de dinheiro na compra e reforma do sítio de Atibaia (SP), no negócio do tríplex do Condomínio Solaris, no balnerário do Guarujá (SP), nos pagamentos para a LILS, empresa de palestras do ex-presidente, e nas doações para o Instituto Lula, entre outros.
“O eminente ministro Teori Zavascki determinou, acolhendo parecer do exmo. procurador-geral da República, a devolução do inquérito. Tendo os autos retornado, traslade-se para estes autos cópia do parecer apresentado no Inquérito 4220 e cópia da decisão de 13 de junho de 2016 na Reclamação 23.457”, despachou Moro, juiz de primeira instância.

Senado pede ao Supremo que anule buscas em apartamento de Gleisi

Senadores do governo e da oposição se uniram para criticar a ação de busca e apreensão na casa de Gleisi Hoffmann (PT-PR), que classificaram de "excesso", e blindar a colega. Na noite desta quinta-feira, 23, o Senado protocolou uma reclamação no Supremo Tribunal Federal contra o juiz de primeira instância Paulo Bueno de Azevedo, por promover busca e apreensão "ilegal" em um apartamento funcional da Casa, ocupado por Gleisi.
A acusação é de que Azevedo "usurpou" a competência do STF, que deveria ter autorizado previamente a operação por causa do foro privilegiado da senadora. Os mandados visavam o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, marido da parlamentar petista.
Na peça, solicitada à Advocacia-Geral do Senado, pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e pelo vice-presidente, Jorge Viana (PT-AC), os parlamentares defendem a nulidade do ato de busca e apreensão, "solicitando que sejam eliminadas todas as provas decorrentes do ato". "Proteger as inviabilidades de seus membros não é outra coisa senão resguardar a própria autonomia desta Casa", diz um trecho da peça.
Renan solicitou que a Advocacia-Geral entre com uma representação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz. Na decisão, Paulo Bueno de Azevedo argumentou que o fato de a mulher de Bernardo ser senadora "não impede a busca e apreensão, pois, do contrário, ser casado ou residir com alguma autoridade equivaleria a uma verdadeira imunidade a investigações criminais".
Na Comissão Especial do impeachment do Senado, houve silêncio ontem em relação ao caso. Nenhum senador trouxe o tema para debate e a sessão seguiu com normalidade. Antes de iniciar a reunião, os senadores adversários Lindbergh Farias (PT-RJ) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) conversaram sobre o assunto no que pareceu um pacto de não agressão.
"É um constrangimento. Por mais que o embate político seja duro, há uma família por trás disso. Não há motivo para tripudiar, não tenho razão para soltar fogos pela prisão de ninguém. Há um limite de embate político e de respeito à pessoa humana", afirmou o tucano.
Cunha Lima, que é advogado de formação, chamou a ação de "abuso" Segundo ele, um juiz de primeiro grau não tem autorização para comandar busca e apreensão no apartamento funcional de uma senadora da República e a ordem deveria ter vindo do Supremo.
'Solidariedade'
Outros senadores - entre eles alvos da Operação Lava Jato - se revezaram na tribuna do plenário em defesa da petista. Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu não só a senadora, mas todos os colegas investigados pela Lava Jato e, até mesmo, o governo da presidente afastada Dilma Rousseff. O PMDB tem o maior número de senadores com inquéritos na operação.
"Quero externar a nossa mais sincera solidariedade à senadora Gleisi, nossa colega de trabalho, ativa, guerreira, determinada e que já vinha sofrendo, assim como eu, assim como tantos outros parlamentares que sofrem já há algum tempo. Não cabe a nós também culpar o governo passado nem o governo atual pelo o que aconteceu com tantas autoridades. Mas os excessos existem", disse Raupp.
Um dos maiores incômodos para Gleisi foi o fato de os dois filhos do casal, João, de 14 anos, e Gabriela, de 10, terem presenciado a prisão do ex-ministro. "Vieram coercitivamente buscá-lo em casa, na presença de nossos filhos menores. Um desrespeito humano sem tamanho, desnecessário. Não havia nada em nossa casa que podia ser levado. Mesmo assim levaram o computador do meu filho adolescente", declarou.http://novojornal.jor.br/

quarta-feira, 22 de junho de 2016

‘Quadrilha’ tem que ser organizada…

Ministro da Justiça na República de Curitiba

Alexandre de Moraes foi a Curitiba visitar Sérgio Moro. Ele declarou apoio à Lava Jato e também se reuniu com integrantes da força-tarefa.
moro
O Antagonista

Alexandria: aprovada em concurso deve substituir contratados temporariamente

A juíza Welma Ferreira de Menezes determinou que o município de Alexandria realize a nomeação de uma candidata, aprovada em 23º lugar para o cargo de professora de Educação Básica, diante da contratação temporária e precária de outros educadores na função prevista pelo Edital do certame. A decisão ainda estabeleceu multa diária, em caso de descumprimento, a incidir sobre o patrimônio pessoal do chefe do Executivo.
A candidata trouxe aos autos avaliação do Ministério Público, o qual constatou que somente oito das contratações serviram para suprir a carência temporária dos professores efetivos que estavam de licença. No entanto, existiriam 29 contratações temporárias sem justificativa.Robsonpires

‘Operação Intocáveis’ desmantela grupo de policiais envolvidos em crimes de homicídios

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Desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira, 22, agentes da Força Nacional e da Polícia Civil cumpre mandados de prisão e condução coercitivas em vários bairros de Mossoró. A Operação ‘Intocáveis’ investiga policiais acusados de homicídios no município. Um dos nomes vazados à imprensa, que estaria sendo investigado, é do cabo PM Gomes, mais conhecido como “Quebra ossos”. No entanto, até agora a Força Nacional não confirma.
Ao todo, 13 mandados estão sendo cumpridos. São nove de busca e apreensão e quatro conduções coercitivas. Segundo informações de um agente da Força Nacional que não quis se identificar, seis pessoas foram presas, sendo três militares e três não policiais.
O Sargento Alfredo Carneiro, do 2º Batalhão de Polícia Militar, falou com os repórteres na saída da Delegacia Especializada em Homicídios (Dehom), no Centro da cidade, mas não adiantou detalhes da operação informando que ficaria a cargo de seus superiores e disse que os acusados estão sendo ouvidos. “Com relação a operação não tenho muito a acrescentar. Deixar o comandante falar que ele está mais por dentro das informações. Eles (acusados) estão sendo ouvidos lá dentro”.
As autoridades envolvidas na Operação Intocáveis concederão entrevista coletiva tão logo o trabalho seja concluído, para esclarecer e revelar detalhes da operação. Nela, serão divulgados os nomes dos policiais acusados de homicídio. A operação contou com forte aparato policial e estrutura. Foram usados helicóptero, viaturas e outros equipamentos de segurança. Trecho em frente a Dehom foi interditado durante toda a manhã.
De Fato

Procurador defende aumento de pena para corrupção

O procurador da República Guilherme Raposo defendeu penas maiores para inibir os casos de corrupção no Brasil. Em comissão geral sobre o assunto, o procurador comparou as penas aplicadas hoje a casos de corrupção com aquelas aplicadas a furtos com emprego de chave falsa (mínimo de dois anos de reclusão), o que classificou como “incongruência”.
“Enquanto a balança pender para o benefício da corrupção, é óbvio e claro que há uma propensão à prática do delito. É importante o aumento da pena para que a balança penda para o lado da inibição, da prevenção”, afirmou o procurador, que espera ver a redução nos atos de corrupção em pelo menos 66%, caso sejam aprovadas as medidas previstas no Projeto de Lei 4850/16, em análise na Câmara dos Deputados.

Para baixar o preço do feijão, presidente Temer liberação de importação

feijaoPara baixar o preço do feijão nos supermercados, o governo federal tomou providências de liberação da importação do produto de países vizinhos do Mercosul: Argentina, Paraguai e Bolívia. O presidente em exercício Michel Temer fez a requisição ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi. Em entrevista ao Portal do Planalto, Maggi Disse que também está sendo estudada a possibilidade de trazer o produto do México, após a assinatura de um acordo sanitário, e da China.
O preço do principal produto na mesa dos brasileiros subiu em função de questões climáticas, que ocasionou a perda de praticamente todas a safra no Centro-Oeste, explicou o ministro. Isso ocasionou uma queda na oferta e um aumento na demanda, fazendo com que os preços subissem. Outra medida que está sendo tomada, afirmou o ministro, é de negociar com grandes redes de supermercado para que busquem o produto onde há maior oferta.

O Feijão nosso de cada dia

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Temos que agradecer, mais uma vez, a Dilma Rousseff pelos “avanços” para o Brasil. Em outubro do ano passado, o Brasil faz uma doação de 625 toneladas para atender ao Programa de Doação Humanitária de Alimentos do Brasil a Cuba.
Agora, o presidente interino Michel Temer precisou importar feijão da China.  Obrigado Dilma, mais uma vez pegaremos a conta por suas atitudes irresponsáveis e impensadas. Absurdo essa galera do PT!
Agora o Brasil vamos ter que comer um feijãozinho dos vizinhos do Mercosul, México ou da China.

Para baixar o preço do feijão, presidente Temer liberação de importação

feijaoPara baixar o preço do feijão nos supermercados, o governo federal tomou providências de liberação da importação do produto de países vizinhos do Mercosul: Argentina, Paraguai e Bolívia. O presidente em exercício Michel Temer fez a requisição ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi. Em entrevista ao Portal do Planalto, Maggi Disse que também está sendo estudada a possibilidade de trazer o produto do México, após a assinatura de um acordo sanitário, e da China.
O preço do principal produto na mesa dos brasileiros subiu em função de questões climáticas, que ocasionou a perda de praticamente todas a safra no Centro-Oeste, explicou o ministro. Isso ocasionou uma queda na oferta e um aumento na demanda, fazendo com que os preços subissem. Outra medida que está sendo tomada, afirmou o ministro, é de negociar com grandes redes de supermercado para que busquem o produto onde há maior oferta.
PENSANDO BEM...
Jesus disse: Se alguém quiser demandar contigo e tirar-te a túnica deixa-lhe também a capa Mt 5:40.
PENSANDO BEM...
Jesus disse: Se alguém quiser demandar contigo e tirar-te a túnica deixa-lhe também a capa Mt 5:40.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Quero vê se os município potiguares tem coragem

Quero vê se os municípios potiguares tem coragem de copiar a ação:
Uma decisão inusitada da Câmara Municipal de Água Branca, município do Sertão Paraibano, pegou os moradores do local de surpresa. Os vereadores da cidade decidiram reduzir o próprio salário de R$2.800 para apenas um salário mínimo.
O presidente da Câmara receberá mais um salário, a título de despesas de representação. A decisão ocorreu a partir da aprovação de projeto de resolução apresentado pelo vereador Eilsom do Carmo Lima. O prefeito do município, Tarcísio Firmino, liderou o esforço e obteve a adesão dos vereadores, tendo em vista a grave crise financeira.
O prefeito ganhava R$5.600 por mês e passará a receber mensalmente o equivalente a dois salários mínimos. Ainda está previsto na resolução aprovada que “a ausência de vereador na ordem do dia de sessão plenária ordinária ou extraordinária, sem justificativa legal, determinará um desconto de 10% em seu subsídio”.
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 E aí, municipios do RN vão encarar? Robisonpires

domingo, 19 de junho de 2016

Veículo utilizado por quadrilha em explosão de banco na cidade de Lagoa Nova é encontrado abandonado na zona rural de Tenente Laurentino.


Por volta das 7h da manhã deste sábado (18), os Policiais Militares de Tenente Laurentino Cruz em operação na zona rural do município, localizaram um veículo que provavelmente foi usado por bandidos em ação criminosa na última quarta-feira (15), na cidade de Lagoa Nova, onde uma quadrilha fortemente armada estourou o caixa eletrônico do Banco do Brasil daquela cidade. O carro estava abandonado dentro do matagal em um local acidentado. Trata-se de uma LAND ROVER com placas de São Gonçalo Amarante-RN. A Polícia civil foi acionada juntamente com a seguradora, que já estão à caminho do local.
Fonte: Blog Tenente Laurentino Agora.
Nota: nosso blog realizou a consulta da placa do veículo da foto acima, no sistema do SINESP, onde foi constatada que o veículo tem queixa de roubo.
Screenshot_2016-06-18-18-14-42[1]
http://www.pmjucurutu.com.br/

Henrique Alves é denunciado ao Supremo por conta na Suiça


A Procuradoria-Geral da República enviou uma denúncia contra o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) ao Supremo Tribunal Federal por conta do seu suposto envolvimento no esquema investigado pela Operação Lava Jato.
Segundo informação publicada pela coluna Radar, na edição deste fim de semana da revista Veja, a base da denúncia seria as contas mantidas pelo peemedebista no exterior.
A Suíça transferiu ao Brasil os documentos e extratos bancários envolvendo Alves. Na Europa, fontes próxima ao caso confirmaram a que o ex-ministro manteve uma conta com depósitos que variavam entre US$ 700 mil e US$ 1 milhão. De acordo com informações do portal G1, a investigação identificou uma conta ligada a Alves com saldo de 800 mil francos suíços - cerca de R$ 2,8 milhões.
A existência de um pedido de denúncia contra o peemedebista pode ter sido o fator principal para que ele tenha pedido para deixar o cargo, na última quinta-feira. A saída de Alves foi a terceira baixa do governo do presidente em exercício Michel Temer por conta das investigações do esquema de corrupção da Petrobrás.
O ex-ministro foi citado nas delações do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado e do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto. 
A procuradoria-geral da República também pediu para que o nome de Alves fosse incluído no inquérito principal da Lava Jato, chamado quadrilhão.
Também há a suspeita de que o peemedebista atuou a favor da empreiteira OAS no Congresso em contrapartida do recebimento de recursos ilícitos do esquema da Petrobrás.
Veja
Reportagem publicada na noite desta sexta (17) no site da "Revista Veja" mostrou ainda que Henrique Eduardo Alves é alvo de uma ação de improbidade administrativa que tramita há cerca de dez anos na Justiça Federal de Brasília. Trata-se de uma conta diferente da que foi localizada pelas autoridades suíças.
No processo que corre em uma das varas cíveis do Distrito Federal, a ex-mulher de Alves - Mônica Azambuja - apresentou documentos e extratos bancários que detalham gastos fora do país entre 1996 e 2004. Os valores não teriam sido declarados à Receita Federal. Ela apresentou o número de uma conta no Banco Union Bancaire Privée, batizada com as letras H e M, iniciais de Henrique e Mônica.
A TV Globo confirmou a existência do processo, onde há inclusive detalhes sobre gastos em hotéis de luxo na Europa. O juiz responsável ainda terá que decidir se essa ação terá ou não prosseguimento.
Nota
Veja nota divulgada por Henrique Eduardo Alves:
Nota de esclarecimento
"Não recebi citação de nenhum novo processo. Tão logo tome conhecimento do seu conteúdo, certamente darei a resposta necessária diante dos fatos a serem esclarecidos. Documentos apresentados pela senhora Mônica Azambuja em processo anterior foram considerados ilegais. Mantenho-me sereno, racional e republicano diante do vazamento seletivo ilegalmente publicizado. Acredito na imprensa livre e nas instituições judiciárias da nossa democracia. e nas instituições judiciárias da nossa democracia."

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Ex-presidente da Transpetro cumprirá pena em sua casa de luxo no Ceará

casa_machadoApós confessar o repasse de mais de R$ 100 milhões em recursos ilegais para políticos, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado iniciará, nos próximos dias, o cumprimento de três anos de pena. Diferentemente de outros delatores, porém, não passará nem um dia sequer na prisão.
O acordo de sua delação, homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, prevê que a pena será cumprida em sua casa: serão dois anos e três meses em regime fechado diferenciado e nove meses em regime semiaberto.
Ele poderá ser condenado a até 20 anos de prisão, que serão automaticamente convertidos na pena alternativa.
A Folha de São Paulo revelou que imóvel está equipado com piscina e quadra poliesportiva, e é localizada em um bairro nobre de Fortaleza (CE). Machado terá que usar tornozeleira eletrônica. Também deverá pagar uma multa de R$ 75 milhões.

Comissão aprova indenização por invalidez a policiais e bombeiros militares

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 494/15, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que garante o pagamento de indenização por invalidez aos policiais e bombeiros militares, bem como de compensação a seus dependentes, no caso de morte do profissional em serviço.
Hoje, o pagamento dessa indenização não está previsto em lei federal, no entanto existem normas estaduais que já garantem esse direito, como ocorre em São Paulo.
Relator da matéria, o deputado Major Olimpio (SD-SP) elogiou a iniciativa. Segundo ele, na maioria dos casos, o estado se nega a indenizar as famílias de policiais e bombeiros mortos em serviço, mesmo quando o seguro é garantido por lei estadual.
“Temos assistido ao abandono desses profissionais que, feridos em serviço ou em razão da função pública que exercem, são ignorados pelos governantes”, argumentou o parlamentar. O projeto altera o Decreto-Lei 667/69, que organiza as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal.